Tuesday, May 27, 2008

New York, New York

HELLO, NEW YORK

No hay nada bueno en ti. Por eso te amo.

J. M. Fonollosa, “Ciudad del Hombre: New York”

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Wednesday, May 21, 2008

Poesia Matemática!

Todos os dias somos invadidos, através de e-mail, por diversas mensagens, que vão circulando e vão sendo encaminhadas e reenviadas.
Hoje recebi uma que me deixou completamente desarmada e que me levou a soltar uma gargalhada, como há já algum tempo não dava, em tom tão agudo e tão sentido.
Chamava-se: Poesia Matemática!
Eis o seu conteúdo:

POESIA MATEMÁTICA!!!!


Quem 60 ao teu lado

e 70 por ti,

vai certamente rezar 1/3

para  arranjar 1/2 de te levar

para 1/4

e ter a coragem de te dizer:

20 comer!!!

Muito obrigada a quem me enviou esta mensagem! Destas podem enviar mais!

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Monday, May 19, 2008

C’um raio!

Dormi mal… mais uma vez a insónia atacou… Por mais que tente todas as técnicas de relaxamento que me ensinaram, nada parece funcionar.
Depois de ter cumprido a missão de mãe, vesti a minha pele de profissional do ensino. Sem ter descansado o suficiente ambas as tarefas parecem difíceis de desempenhar.
O estar sozinha é difícil; o estar acompanhada também o é.
Bolas, é como estar numa camisa de forças,  a debater-me para me libertar…. mas do quê? De mim própria!
Estou cansada… de outros e de mim! Deste corre-corre, deste modo que me atrofia, deste disse-que-disse sem nada dizer, desta trama tramada….

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Sunday, May 18, 2008

Sozinha em casa

E pronto… sozinha em casa!
Há um je ne sais quoi de estranho! Olho à volta e tudo me parece vazio… um vazio cheio de silêncio… e de calma…. e de ausência.
Os momentos iniciais de alegria transformam-se de repente em apreensão. Confesso: não gosto da solidão. A solidão assusta-me, mas ao mesmo tempo convida-me a fazer-lhe companhia… e à falta de melhor convite…
Pisca-me o olho, convida-me para tomar café, para um passo de dança, oferece-me um livro, dorme comigo…
Ahhh, a solidão!
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Saturday, May 10, 2008

Keitei-shosetsu

O romance de telemóvel! O novo fenómeno literário japonês!

Moshimo Kimiga” (“Se Tu…”) e “Koizora” (“Céu de Amor”) são dois romances transformados agora em best-sellers, que passaram do telemóvel para o livro impresso e daí, quem sabe, para o cinema. As autoras (sim, as autoras, pois é de mulheres que estamos a falar) estão ainda a terminar o ensino secundário. É o caso de Rin (o pseudónimo de uma delas) e de Mika.
Existe até um site - Maho no i-rando (Ilha Mágica) - que oferece uma gama muito variadas de ferramentas que permitem aos utilizadores escreverem romances nos seus telemóveis.

Pena é que os nossos alunos não aproveitem a destreza com que enviem as mensagens sms (que me faz inveja), para desenvolverem outras competências de escrita.

Chiaki Ishihara, especialista em literatura japonesa, dizia a propósito no Jornal New York Times, que, e cito: “não é que eles (os autores) tenham tido o desejo de escrever e encontrassem o telemóvel à mão. Em vez disso, no decurso da troca de e-mails, esta ferramenta chamada telemóvel infundiu neles um desejo de escrever.”

E Rin numa entrevista ao jornal Sidney Morning Herald confirma: “Comecei a escrever romances no meu telemóvel ainda no primeiro ano da secundária e tornei-me muito rápida com os meus polegares, por isso, a certa altura não demorava muito tempo a escrever. Nunca planeei ser escritora, se é isso que me chamam…”

E esta, hein?

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Monday, May 5, 2008

As quatro (uma por todas e todas por uma!)…

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Saturday, May 3, 2008

Sim à diversidade!

Ouvi hoje uma notícia sobre o facto das reprovações ou não transições dos alunos serem mais prejudiciais do que benéficas para os alunos. Discutia-se precisamente que ninguém “ganha” com uma reprovação. Ou seja, é o professor que castiga o aluno por este não saber a matéria ou, quiça, não se ter esforçado ou ainda por ter faltado a um número elevado de aulas.
Lembrei-me a este propósito de um estudo sobre a bio-psicologia do criminoso reincidente.
Por associação levou-me a pensar que se ao aluno não traz qualquer benefício a reprovação por não ter atingido o mínimo de aprendizagens esperadas para aquela disciplina e nível de escolaridade, então também não tratará qualquer benefício prender os delinquentes. Para quê se está provado que reincidem no crime e que poucos serão os que se redimem?
Todos sabem que temos diferentes capacidades e competências. Todos sabem que jamais podemos todos ser médicos, engenheiros, arquitectos. Numa sociedade que funciona em harmonia todas as profissões são necessárias. As qualificações terão de ser de acordo com a profissão. Há sim que fazer um trabalho de consertação de mentalidades. Até para se ser empregada de limpeza é preciso saber sê-lo (quer do ponto de vista das competências com do ponto de vista ético).
Haja diversidade!
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