New York, New York
No hay nada bueno en ti. Por eso te amo.
J. M. Fonollosa, “Ciudad del Hombre: New York”
No hay nada bueno en ti. Por eso te amo.
J. M. Fonollosa, “Ciudad del Hombre: New York”
POESIA MATEMÁTICA!!!!
Quem 60 ao teu lado
e 70 por ti,
vai certamente rezar 1/3
para arranjar 1/2 de te levar
para 1/4
e ter a coragem de te dizer:
20 comer!!!
Muito obrigada a quem me enviou esta mensagem! Destas podem enviar mais!
O romance de telemóvel! O novo fenómeno literário japonês!
“Moshimo Kimiga” (“Se Tu…”) e “Koizora” (“Céu de Amor”) são dois romances transformados agora em best-sellers, que passaram do telemóvel para o livro impresso e daí, quem sabe, para o cinema. As autoras (sim, as autoras, pois é de mulheres que estamos a falar) estão ainda a terminar o ensino secundário. É o caso de Rin (o pseudónimo de uma delas) e de Mika.
Existe até um site - Maho no i-rando (Ilha Mágica) - que oferece uma gama muito variadas de ferramentas que permitem aos utilizadores escreverem romances nos seus telemóveis.
Pena é que os nossos alunos não aproveitem a destreza com que enviem as mensagens sms (que me faz inveja), para desenvolverem outras competências de escrita.
Chiaki Ishihara, especialista em literatura japonesa, dizia a propósito no Jornal New York Times, que, e cito: “não é que eles (os autores) tenham tido o desejo de escrever e encontrassem o telemóvel à mão. Em vez disso, no decurso da troca de e-mails, esta ferramenta chamada telemóvel infundiu neles um desejo de escrever.”
E Rin numa entrevista ao jornal Sidney Morning Herald confirma: “Comecei a escrever romances no meu telemóvel ainda no primeiro ano da secundária e tornei-me muito rápida com os meus polegares, por isso, a certa altura não demorava muito tempo a escrever. Nunca planeei ser escritora, se é isso que me chamam…”
E esta, hein?